Não sei mais como começar textos de F-1. É ruim quando o mesmo cidadão ganha (quase) tudo, porque você tem que se esforçar demais para não ficar repetitivo.
Então, de início, vá se ferrar, Vettel.
Brincadeira, brincadeira. Mas é evidente que o alemãozinho é bom, ótimo, excelente, fodão, macho, rapidíssimo, soberano, imortal, guerreiro (ah, os adjetivos do futebol...), blá, blá, blá. Novamente, não foi ameaçado.
Webber fez o mínimo que se espera de alguém que guie esse carro da Red Bull e Alonso completou o pódio. Esse, outro fodão. A Ferrari constuiu um carro razoável em 2011 e lá vai ele, ficar à frente das McLarens e do companheiro de equipe.
Apesar que... Felipe não fez, a rigor, uma má corrida. Teve boa disputa com Rosberg, chegou a passar Hamilton, mas três fatores naufragaram o brasileiro: as besteiras da Ferrari, a escapada dele mesmo e os tais pneus duros. Massa não consegue tirar tempo dos compostos mais resistentes, condição básica para quem quer obter bons resultados neste ano.
Um importante destaque da corrida turca foi Michael Schumacher, o homem-catraca: todo mundo passa por ele. Não tem cabimento o que ele está fazendo. Não é digno que o maior vencedor da categoria se proponha a esse tipo de papelão.
No mais, outra exibição correta das Renaults, e ele, sempre ele, Kobayashi. O japa-san largou em último, passou muita gente, foi passado por outro tanto, e beliscou mais um pontinho. Não estranhem se ele abocanhar uma vaga numa equipe melhor em 2012...
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