Novak Djokovic derrotou Rafael Nadal nas finais dos Masters 1000 de Indian Wells e Miami. Esses títulos se juntaram aos troféus do ATP 500 de Dubai e do Australian Open, primeiro Grand Slam da temporada. Ou seja, as estatísticas frias mostram que ele é o melhor jogador de 2011.
E isso é uma verdade inquestionável.
Tanto pelos resultados perfeitos, que coroam uma invencibilidade de 24 partidas nesta temporada, quanto pelo nível de jogo mostrado pelo sérvio.
É bom que se ressalte: Nadal jogou em altíssimo nível nas finais em solo estado-unidense. Talvez tenha colocado 90% da qualidade demonstrada no US Open de 2010, quando bateu o próprio Djokovic na decisão.
Então, é evidente: o nível de Nole subiu sensivelmente desde então.
Com 4.500 pontos conquistados na temporada até aqui, ele pode SIM rivalizar com Nadal pelo número 1 do ranking. Mas, nesse caso, o buraco é bem mais embaixo.
O "Toro" está prestes a entrar na fase preferida do calendário, a dos torneios de saibro. Na prática, o período se inicia já nesta semana, com os ATP's 250 de Houtson e Casablanca, começando a ferver de verdade na próxima, com o Masters 1000 de Monte Carlo.
Lembremos que Nadal, em 2010, venceu MC, Roma, Madri e culminou a campanha brilhante sobre a terra batida com o penta de Roland Garros. E ainda deu uma esticadinha até Wimbledon, quando faturou o Slam inglês pela segunda vez.
Se Djokovic for páreo nas próximas semanas, estará pronto, então, para ser candidato real ao posto de melhor tenista do planeta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário