segunda-feira, 18 de abril de 2011

GP da China - Habemus esperança!

Para começo de conversa: não estou manifestando torcida. Torço, sempre, para que os brasileiros tenham bom desempenho, mas não sou nenhum ufanista. Reconheço as virtudes e aponto os defeitos de quem bem entender.

Feita a explicação, posso dizer sem culpa: torci pela vitória de Hamilton e gostei muito. Acho, aliás, que a maior parte das pessoas adota esse tipo de comportamento, o de torcer pelos mais fracos.

Não acho Hamilton pior que Vettel. Diga-se, considero o inglês o melhor da F-1 atualmente.

Mas o nível do carro da Red Bull é tão alto em comparação com os demais que fica a torcida por uma novidade, alguém que represente ameaça, mexa com o líder. Pelo bem da competição esportiva em si.

É parecido com o sentimento que se tem por Rafael Nadal, no tênis, e por Tiger Woods, no golfe. Os que gostam, amam. Os que são indiferentes ou não gostam, torcem contra, numa disputa head-to-head.

A corrida foi interessante. Muitas trocas de posição, estratégias de duas ou três paradas para trocar pneus, enfim, interessante. O circuito de Xangai é bacana, diga-se. No jogo do Xbox 360, por exemplo, é um dos meus favoritos. Gosto dele, sim.

Por tópicos:

- Ainda acho que o destino do campeonato está selado, mas a vitória de Hamilton nos permite sonhar com uma disputa mais rica.

- Qué pása, Fernando? Massa andou no mesmo ritmo de Alonso na Malásia e bem melhor que o espanhol na China. Curioso, sem dúvida.

- Schumacher nunca teve uma temporada tão agitada quanto esta. Abaixo do que se espera, sim, mas bem atuante.

- No próximo GP. o da Turquia, tudo poderá mudar. A temporada européia sempre traz novidades...

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