sábado, 16 de abril de 2011

GP da China - Dia 2

Não vou mentir. Não vi a classificação da tchurma em Xangai. Preferi dormir, ciente do final de semana longo que terei. Mas os sempre confiáveis relatos do Grande Prêmio me embasam para que eu possa comentar o treino.

Vettel está anos-luz à frente da concorrência, especialmente de seu companheiro, que deve estar a viver alguma espécie de depressão. Se não tiver problemas na largada, vai vencer com mais de 20s de vantagem para o segundo colocado.

Agora, é dever dizer que as brigas internas de McLaren e Ferrari estão ficando interessantes. Menos de 0,05s de diferença entre Button (2º) e Hamilton (3º) e entre Alonso (5º) e Massa (6º) são sinais promissores de bons pegas. O intruso é Rosberg, no primeiro bom papel desempenhado pela Mercedes no ano.

E, finalmente, a Toro Rosso fez jus às expectativas criadas belo ótimo desempenho na pré-temporada. Dois carros no Q3, com Alguersuari (7º) superando Buemi (9º). O bacana di Resta também cumpriu excelente papel com a Force India, ficando em 8º. Petrov, um misto de trapalhão e azarado, nem conseguiu disputar a parte final do treino, graças a um problema no câmbio.

Barrichello faz o que pode com uma sofrível Williams e largará em 15º. Mais uma vez, a Hispania, que, na verdade, ainda está na rabeira, não sofreu a ameaça do 107% - Karthikeyan, o último, ficou 1,5s à frente da linha de corte.

Palpite mantido para a prova: Vettel, Hamilton, Alonso.

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