É a emoção que os torcedores do Fluzão sentiriam ao ler o parágrafo acima que norteia o maior torneio de clubes da América do Sul.
Pergunte aos torcedores que já acompanharam os respectivos times na Libertadores se já vivenciaram momentos semelhantes e mil histórias virão à tona.
Particularmente, tenho fresca uma experiência na edição de 2006, um jogo também da primeira fase.
O Corinthians, como de costume, vivia um momento complicado e precisava derrotar a Universidad Católica fora de casa. Até ali, uma vitória, um empate, uma derrota. Outro fiasco e a eliminação já estaria à porta corintiana.
Foram 90 minutos inesquecíveis, uma gangorra de emoções indescritível. Com dois jogadores expulsos e um péssimo goleiro, o nada saudoso Jhonny Herrera, Nilmar e Tevez deram um show e garantiram um 3 a 2 lindo.
No final das contas, algumas, ou, talvez, a maior parte dessas vitórias não se converta em campanha campeã. Mas, como disse algum sábio por aí, não se vive apenas de títulos. Futebol é, primariamente, um jogo de emoções.
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