É certo que o campeonato serve de preparação para as equipes que disputarão a temporada regular da GP2, mas a bagunça é tão grande que tenho muitas dúvidas sobre a real eficácia desse certame.
Duas rodadas, quatro provas e, voilà, temos um campeão. O primeiro final de semana de competição aconteceu nos Emirados Árabes Unidos. Jules Bianchi, pupilo da Ferrari, foi o piloto que marcou mais pontos, somando as duas etapas de Abu Dhabi.
Eis que a decisão desta bagaça está programada para o final de semana que se avizinha, com corridas disputadas em... Imola! Isso mesmo. Uma categoria asiática terá seu encerramento num circuito europeu.
Tudo bem, a programação original era outra, e previa outras duas rodadas, e não uma, e no Bahrein. Mas os mesmos conflitos civis que levaram ao cancelamento da prova da F-1 impediram a realização das etapas da GP2 Asia.
Mesmo assim, é evidente a péssima organização da categoria. Equivale ao Torneio Rio-São Paulo que foi realizado entre 1993 e 2001, com meia dúzia de jogos, sem apelo popular e com pouco interesse dos clubes. Felizmente, teve vida curta.
E também não vejo outro fim para essa categoria mequetréfe.
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